Postei há alguns dias meu texto “Não aplauda, ainda”. Era um recado para os eleitores de DILMA. Estavam muito confiantes de que ela ganharia no primeiro turno. Graças a Deus, MARINA fez toda a diferença.
Eu disse algumas vezes aqui que não acreditava em pesquisa. Não preciso provar o por quê. Os institutos de pesquisa levaram chumbo grosso. Disseram que Marta e Netinho estavam garantidos no Senado por São Paulo, e na verdade, Aloysio Nunes é quem despontou em PRIMEIRO LUGAR. Disseram que MARINA tinha 9% das intenções de voto, quando obteve 19%.
Pois bem, devo ainda dizer que as pesquisas são o mais poderoso instrumento de manipulação de que o Lulismo se aproveita. Eles sabem que a população incauta se deixa levar pelos números e vota em “quem está ganhando”. Assim, as pesquisas INDUZEM a realidade, e muitas vezes acabam acertando – pela indução.
O grande problema é que as pesquisas de fato são feitas, são – legalmente – corretas, inclusive registradas em cartório. O caso é que ONDE as pesquisas são feitas é muito significativo. Por exemplo, se quero saber como anda minha popularidade entre os evangélicos, basta eu entrevistar o povo que congrega na Igreja da qual faço parte. Talvez eu tenha muitos desafetos (ninguém agrada todo mundo), mas certamente terei um alto índice de aprovação.
Lula tem 90% de aprovação popular? Tem sim – no NORDESTE, onde ele é considerado o Pai dos Pobres. Assim,os institutos que pesquisarem ali certamente terão estes números.
Sei que os entendidos de estatística vão discordar de minhas considerações, pois dirão que há métodos técnicos, princípios éticos pelos quais as pesquisas são desenvolvidas. Aceito suas observações, mas não me convenço. Como disse o José Serra – em quem voto neste segundo turno – não foram as pesquisas que definiram o segundo turo, mas sim, o fato do eleitor se manifestar indesejoso do modelo lulista continuar imperando…
Fica minha insistente sugestão aos eleitores de Dilma: não aplauda antes do tempo. O maestro pode reclamar!









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