CONTANDO OS DIAS

31 03 2012

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Perto de completar mais um ano plenamente vivido, deparo-me com a oração mosaica apresentada em salmos: “ensina-me a contar os meus dias de tal maneira que eu alcance coração sábio”.

Certamente que os anos cronológicos da nossa vida não são, necessariamente, os anos vividos. Na matemática de Deus os dias verdadeiramente vividos são aqueles em que fomos de algum modo produtivos. Não na linguagem industrial, mas na linguagem divina, em que a inoperância é duramente combatida.

Assim o sendo, passei a elencar meus verdadeiros anos de vida. Contando os primeiros 9 anos de formatação dos princípios e valores que minha mãe me incutiu, começo pelo meu primeiro contato consciente com a Bíblia Sagrada: li, nesta idade, o livro de Atos – e fiquei estupefato! Depois, dediquei-me ao evangelismo. Nesta tarefa, ainda pré-adolescente, me envolvi por 7 profícuos anos. Também transitei pela música, toquei trompete, cantei em grupos, regi corais, dei aulas de iniciação musical, mas não me prestei como músico, mesmo tendo ficado 10 importantes anos ocupado com isto.

Minha vocação ministerial foi-se situando na concepção pastoral quando ainda tinha 19 anos. Fui ordenado ao Presbitério aos 21, mesmo ano que conclui meu curso de teologia. Um ano depois conclui meu curso superior em Letras. Na época já era professor no Seminário Teológico e também era repórter da TV Sudoeste, onde fiquei por 9 anos no primeiro e 6 anos no segundo. Também lecionei em uma escola estadual por mais 5 anos.

Dirigi a Congregação da Assembléia de Deus no Bairro Candeias, em Vitória da Conquista-Ba, por 6 anos. Por mais 3 anos fui diretor da Rádio Brasil FM e ainda passei rapidamente pela TV Cabrália – afiliada Record.

Já em São Paulo, dirigi a Rádio 660 AM por 1 ano e meio. Por mais 3 anos fui diretor de Filiais da Assembléia de Deus do Bom Retiro. E ainda coordenei programas de rádio e TV nesta igreja por mais 4 anos. Por mais 3 anos fui secretário executivo do Conselho de Pastores do Estado de São Paulo. Atualmente, estou há 2 anos e meio liderando a Igreja em Guarulhos. Total de vida “produtiva”: 68 anos! E tem muito ainda para viver.

Não me ocupei do relato de outros detalhes, nem mesmo dos anos de vergonha. Estes não me aprazem, embora façam parte da minha história e tenham ajudado a moldar minha personalidade.

Celebro a vida. Celebro ao autor da vida. Celebro por mais um 01 de abril, quando posso olhar ao meu redor e ver minha herança – meus lindos filhos – e minha mulher linda e abençoada que me circunda e me faz plenamente másculo. Amo minha família, amo a igreja, amo ao Senhor Deus e me disponho a dedicar mais este ano – que inauguro amanhã – a tudo o que ocupa tão dinâmica e maravilhosamente minha história.





FAZENDO PROGRAMA

16 03 2012





OS 4 AMORES

8 03 2012

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Minha mãe me inspira. Minha sogra me impressiona. Meu Bem me motiva. E minha princesinha, a mais tenra destas mulheres, me anima para a vida. Estas mulheres fazem meu mundo acontecer. Quase tudo que sou e quase tudo que faço está em razão de uma delas – ou de todas ao mesmo tempo. São mulheres, e com tal, tonificam a minha existência.

Os homens só o são por causa delas. Do contrário, não haveria razão para a masculinidade. Por elas os homens trabalham, lutam e perseguem o sucesso. Elas são o alvo da maioria dos esforços deles.

O sábio disse que quem encontra uma mulher acha a benevolência do Senhor. Ponto! Sinto-me assim, abençoado. Tenho muitas razões para celebrar não apenas neste dia, dedicado às homenagens à mulher. Minhas razões não me deixam mesquinharia. Eu celebro – de verdade – todos os dias. Quem está pertinho de mim sabe o quanto eu reverencio esta benevolência do Senhor – de me coroar com o que há de mais nobre e mais maravilhoso na minha história: a presença marcante e decisiva destas quatro mulheres.

Amo a cada uma com um amor diferente, mas que na essência é o mesmo amor: eros, phileo, storge ou ágape. Deus as mantenham assim, tão plenas, em minha vida.





O QUE O CASAMENTO ANUNCIA

17 02 2012

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Diante de uma cerimônia de casamento entrego-me ao espanto. Não um espanto negativo, como se estivesse assustado pelo que vejo, mas o espanto no sentido do temor e da reverência que dispenso ao ato.

Acredito na instituição do casamento, acredito no poder que emana dela. Quando os noivos se convencem de que devem levar a sério a aliança e se permitem ao casamento, eles proclamam algumas verdades dignas de honra: para a sociedade, para si mesmos e para Deus.

Primeiro, anunciam para a sociedade o valor do casamento como ato inaugural de uma família. Eles tornam público o desejo de construir uma relação familiar e oferecem à sociedade mais uma coluna para sustentação do sistema, para a manutenção do ciclo que perpetua a vida.

Segundo, eles dizem a si – diante dos outros – que o sentimento que os levou ao altar é o fundamento de que precisam para dar continuidade à caminhada a dois. O casamento alimenta o amor – e as demais sensações dele oriundas.

Por fim, e não menos importante, é a proclamação espiritual que o casamento faz, como um “ato profético”. É que a Bíblia sugere que o arrebatamento da igreja – quando Cristo Jesus vier em glória para o estabelecimento do Reino Eterno – é comparado a um casamento. Portanto, a bíblia começa com um casamento (Adão e Eva) e termina com outro casamento (Cristo e a Igreja). Quando os noivos se posicionam no altar, eles estão apontando para o Grande Dia do Senhor, o que faz da aliança matrimonial a mais sugestiva união.

São estas as razões que me fazem reconhecer o valor da aliança, o peso da responsabilidade – do casal e do ministro – e a glória que há no casamento.





BIPOLAR

25 11 2011

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Na última quarta-feira preguei sobre o que levava o Apóstolo Paulo a se prostrar diante do Senhor. Entre muitas coisas, ressaltei que o referido Apóstolo acena em sua teologia para um certo conflito entre o homem interior e o homem exterior. Para Paulo, estes dois homens num mesmo ser travam grande batalha. Por vezes, o homem natural (exterior) revela sua força, a força do pecado – esta natureza da qual não nos livramos facilmente. Outras vezes, somos solícitos ao homem espiritual (interior) cuja força está na vida de Deus injetada no nosso espírito.

(Preguei!) e me vi desafiado pela Palavra que eu mesmo preguei. É que eu sou a melhor referência desta peleja entre os dois homens. Vejo-me ora em um, ora em outro. Neste aspecto, sou bipolar.

Eu gosto de atribuir à situação este meu dilema. Dependendo do que estou sendo obrigado a enfrentar, um ou outro homem se manifesta. Hoje mesmo foi assim. Saí de casa pensando que alimentaria ao máximo meu “homem interior” (pois logo mais devo liberar uma mensagem no culto da noite). No entanto, diante do balcão de uma companhia aérea em Cumbica, vi meu velho homem com um poder latente. Fui informado, na hora do check-in que o meu vôo havia sido transferido para quatro horas depois… Fiquei irado. Nervoso. Reclamei, falei alto com o supervisor, queria ir até as últimas consequências. Quais? Eu queria esmurrar o supervisor. Só isso. Estava me sentindo o todo-poderoso desrespeitado e moralmente agredido, portanto, com o direito de agredir quem quer que fosse…

Mas o rapaz nada podia fazer. Ele não foi o responsável pela mudança do vôo. Ele não reagiu ao desaforo meu. Calmo, disse que eu tinha alguns direitos e deveria recorrer, mas, naquele momento, nada ele poderia fazer. Foi difícil, mas eu entendi.

Foi aí que fiquei com vergonha de mim mesmo, do meu desaforo. Era nada menos que a exibição do homem natural, achando-se o máximo! Miserável homem que sou…
E vi meu homem interior me advertir com a mesma agressividade com a qual eu queria advertir o supervisor. Mais ainda, o meu homem interior conseguiu me bater…

Agora estou aqui, “calminho”, sentado à mesa de uma lanchonete para tomar um café, chorando por dentro e pedindo perdão a Deus. Agora, uno-me ao Apóstolo e digo: “por esta causa me ponho de joelhos: para que o meu homem espiritual seja fortalecido pelo poder do Espírito Santo”.





SACOS DE PAPEL

10 11 2011

Netinho Brito é cunhado meu; Naiara é casada com outro cunhado, Jesimiel; Cristiano é irmão de Naiara. Os três, Cristiano, Netinho e Naiara montaram uma empresa ecologicamente correta, a CNN, em Vitória da Conquista, interior da Bahia. A finalidade da empresa é tirar das padarias as sacolas plásticas e substitui-las por sacos de pão. Os sacos, distribuídos gratuitamente para as padarias, trazem publicidade do tipo catálogo, com as empresas parceiras que visam ao mesmo fim ecológico.

Na Europa, especialmente em Portugal – onde nasceu a idéia dos sacos ecológicos – a proposta é um sucesso. No Brasil, o sucesso se repete no Sudeste e no Sul. No Nordeste, ainda está em fase de implantação.

Quando eu soube da parte de Netinho Brito que eles estavam levando a proposta para minha cidade, achei que era uma iniciativa ousada e nobre. No entanto, para minha decepção, meus conterrâneos acenaram com tanta ignorância diante da proposta que a CNN está tendo uma dificuldade descomunal de imprimir a cultura.

Há exceções, obvio, no que se refere à ignorância. No entanto, soube que alguns clientes de padarias se recusam a receber os sacos de papel alegando que podem “contaminar” os pães. Parece piada, mas é verdade. Dizem que a tinta usada para a impressão do catálogo no saco pode comprometer a qualidade dos pães. Meu Deus, quanta ignorância!

Sinceramente, não escrevo isto aqui para advogar os meus amigos, pois seria uma atitude idiota. Eles não precisam de meus argumentos. O que realmente me incomoda é a estultícia de alguns que se julgam inteligentes. Não é fácil vender um conceito para quem insiste em rejeitar o conhecimento. Especialmente, meu desapontamento é com aqueles clientes que recusam os sacos de papel e preferem eternizar o impacto negativo contra a natureza com as sacolas plásticas.

Lamento. Enquanto meus conterrâneos conquistenses resistem aos sacos de papel, onde moro atualmente – Guarulhos/SP – vejo as padarias insistirem cada vez mais com o uso destes. Raramente compro pão para não vir em um saco de papel (com direito às mais variadas impressões nele).  E toda vez que saio da padaria, tenho a ligeira impressão de que estou fazendo algo bom. O meio ambiente agradece.





GUERRA TOLA

28 10 2011

Essa batalha entre heterossexuais e homossexuais ativistas parece que não vai acabar tão cedo. De um lado, os ativistas “hetero” ostentam valores cristãos para combater os ativistas “homo”. Do outro lado, os “homo” abestalham todo argumento contra eles e acusam qualquer opinião como sendo homofóbica.

Já disse aqui, em outro momento, que os ativistas gays que associam  à homofobia qualquer posição contrária ao homossexualismo são rudes e estúpidos. Afinal, ser contra a prática do homossexualismo não configura homofobia. Esta reside na prática intolerante e agressiva contra os homossexuais, ou mesmo na discriminação pública que exponha os gays ao desprezo. Assim, há que se qualificar a homofobia para que os ativistas gays não saiam por aí com espada à mão condenando todo cristão que se mostre contrário ao homossexualismo.

Pois bem, também considero rude certo comportamento dos ativistas “hetero”. Por exemplo, levantar uma bandeira política contra o casamento gay é a clara demonstração de ignorância. É que um casamento entre pessoas do mesmo sexo NUNCA SERÁ POSSÍVEL, ainda que haja leis que o promovam. Explico: o conceito de casamento é o do estabelecimento de uma unidade por pares opostos. Assim, pares iguais poderão ter um relacionamento, mas nunca uma unidade, consequentemente não haverá casamento entre estes.

Será que uma lei poderia mudar isso? Jamais! O que uma lei pode fazer é garantir aos pares homossexuais (não ouso chamar estes pares de “casais”) os direitos que são assegurados aos CASAIS (estes, legitimamente, configurados entre sexo oposto). Isto sugere que a guerra se situa em outro campo – o do direito – não no campo da sexualidade.

Sei, porém, que toda esta confusão reserva em si um apelo político, finalizada mais na celeuma do que no direito, em si. Para os “homo” isso é muito bom, pois provoca no seio social o incômodo escrachado, fazendo vir à luz a repulsa que era latente em todo “hetero”. Os gays “adoooooram” um escândalo! Para os “homo”, este litígio lhes promove de alguma forma. Pelo menos, alguns anônimos ganham fama quando arvoram a bandeira “anti-gay”, mesmo que não tenham qualquer opinião clara sobre isto, a não ser o quinhão religioso. Que o digam o YouTube e outros blogs virais da internet.





Missão

14 09 2011

Seja feita a tua vontade assim
Na terra como no céu
E se essa vontade passa por mim
Que eu negue meu próprio eu

Tua vontade boa e perfeita é
Agradável se faz em cumprir
Por quem a Ti se render
E com ciso e disposto assumir

Se vires que sou empecilho
Por minha vontade audaz
Permito que irrompas meu brilho
Me chames pra que sou capaz

Tratado e disposto estou
A ser remetido em missão
E ser porta-voz do Eu Sou
Entregue ao mandado de irmão

Cumprir meu chamado de paz
Num mundo hostil e veraz
Me faz entender a bondade
Do Deus que expõe sua vontade
E entrega sua gloria decente
Ao mundo a que busca somente.





A “MALDIÇÃO” DOS 144 CARACTERES

10 09 2011

Eu “tenho” Twitter e Facebook. Meus poucos seguidores são bem participativos. Vez por outra exponho meus pensamentos em 144 caracteres e fico acompanhando a repercussão. Não é nada tão expressivo, mas é o suficiente para escalonar o poder deste instrumento de comunicação rápida.

O twitter e o facebook – como o “foi” o Orkut – exigem certa discrição. Não dá pra sair postando tudo o que vem à mente apenas para se fazer presente.

Particularmente, fico bastante preocupado – por vezes envergonhado – com alguns colegas pastores que publicam bobagens sem qualquer relevância e que apenas expõem comportamento que não deveria ser exposto – mormente para um pastor.

Dizer, por exemplo, que está na praia em plena quarta-feira a tarde em dia comum, sem estar de férias e nem de folga, é uma auto-denúncia. Outro dia, um líder partilhou para seus milhares de seguidores que tem preguiça de estudar. Há ainda os que fazem referência aos cultos em termos chulos: “nossa!” hoje “bombou” na igreja. Ou esta: “Orra! como foi bom“. Isso para não falar em outras aberrações…
Alguém me dirá: não exagera! São apenas marcadores linguísticos! Talvez sejam, mas eu ainda me escandalizo me perguntando: o que o “Nossa!” significa? Caberia bem a um Padre, não é? E o “bombou” diz o que mesmo? E essa interjeição “orra” vem de onde, senão do palavrão em que uma oclusiva bilabial precede?

Acho que todos nós podemos potencializar o uso das redes sociais. Quem faz faculdade, poderia postar suas descobertas científicas que lhe fizeram mais próximo de Deus. No meu caso, eu uso o twitter me lembrando de João Cabral de Melo Neto e sua poesia “catar feijão”.

Outro dia orientei os jovens da igreja e fui incisivo: “potencialize o uso do twitter”. Eu sabia o que estava dizendo. “Sigo” os meus jovens e fico incomodado com o uso da ferramenta para desabafos, desacatos e desatinos. E não o fazem em DM. É tudo exposto, para qualquer curioso ventilar.

Melhor é não ter. Melhor é excluir essa “potroca”, como diz o Pastor Malafaia. Isso mesmo: não sabe usar, então não tenha. Do contrário, oferece munição para quem está planificando seu fracasso.





SUBLIME DÚVIDA

5 09 2011

Recentemente o canal Futura produziu um comercial que afirma que as perguntas é que movimentam o mundo, não as respostas. Parece inteligente o argumento, visto que consegue interpretar uma das mais significativas características da nossa geração. O comercial assevera que não carecemos de respostas, mas sim, de perguntas. Basta que duvidemos de tudo e teremos uma vida em movimento.

Pois bem, esta relatividade que sublima a dúvida não nos dá espaço para qualquer afirmação absoluta: para que respostas, se as perguntas são mais inteligentes?

O nosso contexto revela que assertivas como as colocadas nos evangelhos estão na contra-mão da época. Pense o que seria afirmar que aquele que rejeita a fé em Cristo está condenado, como sugere o evangelista João? Descabida proposição para a Pós-Modernidade. Melhor é encontrar um “jeitinho” de salvar o que não crê, observando para seu caráter, suas obras, sua praxis.

No embalo dúvidas, em que as afirmativas absolutas são um contra-senso, muitos líderes evangélicos estão se diluindo na relatividade. Nem todos se sentem aptos para responderem aos seus liderados sobre conceitos bíblicos do pecado, da justiça ou da salvação. Tudo tem que ser bem adaptado à realidade e, a mercê desta perspectiva, ninguém parece certo de alguma coisa.

Tal qual a liderança que de pouca coisa tem certeza, os liderados se tornam vítimas de uma onda elevadíssima de idéias opostas que vão dando o tom dos discursos nas igrejas. Quem mentoreia os fiéis? Qualquer um!

O risco que corremos nesta geração é o de negar até o que a ortodoxia considera absoluto. Somos capazes de criar novas doutrinas em razão do nosso contexto, e por aí segue a vida (ou a -vida).

O que vale, para a nossa realidade, é duvidar se realmente eu careço de fé, ou de salvação, ou de Deus. Nem mesmo preciso de alguma certeza do arrebatamento, ou da necessidade de comunhão… Nosso contexto revela que nenhuma resposta apresentada às nossas perguntas é de certo verdadeira.

Como lidar com isso? Só há um caminho – a apologética, bem defendida no livro de Judas  - que parece ter sido escrito para nossos dias. Esta é a hora, este é o cenário que nos obriga (àqueles que ainda primam pela verdade) a “batalhar pela fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos” e proclamar, com a ousadia que se fizer necessária, a verdade que anula a dúvida e nos faz trilhar por caminho seguro.








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