Essa batalha entre heterossexuais e homossexuais ativistas parece que não vai acabar tão cedo. De um lado, os ativistas “hetero” ostentam valores cristãos para combater os ativistas “homo”. Do outro lado, os “homo” abestalham todo argumento contra eles e acusam qualquer opinião como sendo homofóbica.
Já disse aqui, em outro momento, que os ativistas gays que associam à homofobia qualquer posição contrária ao homossexualismo são rudes e estúpidos. Afinal, ser contra a prática do homossexualismo não configura homofobia. Esta reside na prática intolerante e agressiva contra os homossexuais, ou mesmo na discriminação pública que exponha os gays ao desprezo. Assim, há que se qualificar a homofobia para que os ativistas gays não saiam por aí com espada à mão condenando todo cristão que se mostre contrário ao homossexualismo.
Pois bem, também considero rude certo comportamento dos ativistas “hetero”. Por exemplo, levantar uma bandeira política contra o casamento gay é a clara demonstração de ignorância. É que um casamento entre pessoas do mesmo sexo NUNCA SERÁ POSSÍVEL, ainda que haja leis que o promovam. Explico: o conceito de casamento é o do estabelecimento de uma unidade por pares opostos. Assim, pares iguais poderão ter um relacionamento, mas nunca uma unidade, consequentemente não haverá casamento entre estes.
Será que uma lei poderia mudar isso? Jamais! O que uma lei pode fazer é garantir aos pares homossexuais (não ouso chamar estes pares de “casais”) os direitos que são assegurados aos CASAIS (estes, legitimamente, configurados entre sexo oposto). Isto sugere que a guerra se situa em outro campo – o do direito – não no campo da sexualidade.
Sei, porém, que toda esta confusão reserva em si um apelo político, finalizada mais na celeuma do que no direito, em si. Para os “homo” isso é muito bom, pois provoca no seio social o incômodo escrachado, fazendo vir à luz a repulsa que era latente em todo “hetero”. Os gays “adoooooram” um escândalo! Para os “homo”, este litígio lhes promove de alguma forma. Pelo menos, alguns anônimos ganham fama quando arvoram a bandeira “anti-gay”, mesmo que não tenham qualquer opinião clara sobre isto, a não ser o quinhão religioso. Que o digam o YouTube e outros blogs virais da internet.

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